segunda-feira, 19 de março de 2012


E de novo te encontro em minha imaginação aberta, onde tudo é muito lindo… Os passaros fazem melodia que nos acalma nossos ouvidos. O vento é fresco. O sol nem frio, nem quente. As arvores todas vezes, algumas com frutinhas natural… Deitamos no chão, debaixo da sombra de uma arvore, estava fresco e úmido. Eu estava virada pra você, apenas olhando, sorrindo que nem uma boba. Quando você retribuia o olhaar eu ficava com vergonha pois seus olhos eram firmes de mais para a minha expressão de vergonha que chegara rapido de mais… Eu vagarosamente comecei a cariciar seu rosto, e você ainda insistia em me encarar enquanto eu olhara pra sua boca (ela sempre me chamou a atenção, só nunca te disse). Eu passava meus dedos lentamente em seus labios. Eles estavam frios, e molhados. O ar da sua boca estava quente… como aquilo me fazera bem. Você me pega, e me puxa pra você rapidamente. Senti um calafrio repentino, pois foi intenso e eu não esperava que me puxasse. Eu deitei minha cabeça em seu ombro, coloquei minha perna em cima da sua perna, e parei para ouvir a pulsação do seu coração. Pulsava rapidamente, parecendo estar acontecendo algo aqui fora, que fazera ele ficar assim, e as vezes ele se acalmava, quase parando… Eu  te perguntava o porque do seu coração estar assim, você apenas olhou pra mim e sorriu, meio que querendo dizer ” é você que faz ele ficar assim, quem manda ser muito boa nisso…” Mas você não disse nada, apenas queria ficar comigo naquele momento.


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