sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Meus dias se resumem praticamente em pensar em você. Uma rotina que eu já me adaptei e acatei sem reclamar! Ultimamente ando me sentindo tão sozinho. Ver que algumas pessoas que amamos conseguem ser feliz sem a gente machuca e faz doer! Estou completamente destruído por dentro. Não sei mais o que falei por licença poética, e o que falei por que estava sentindo realmente. Acabo confundindo a realidade, com aquilo que de uma forma ou de outra, idealizo pra mim. Meus dias se repetem, e minha vontade é de fugir daqui. Sair ser rumo é uma das minhas vontades. O vento irá me guiar, para o infinito e além! Tenho medo de promessas. Medo de prometer e de que prometam. Porque quando uma se quebra, não são só as palavras que se alteram. São seus sentimentos e as partes do seu coração e esperança que estavam prostrados sobre ela. Eles se partem em mais de mil pedaços, e não dá pra reconstruir. Cade meu universo paralelo quando eu preciso? Cade aquele lugar em que eu nao sofro por amor, aquele lugar que eu sou feliz, que eu só cai lagrimas quando eu choro de rir. Cade esse lugar? Esse lugar que eu posso confiar nas pessoas, esse lugar que entenda meus sentimentos, esse lugar que meu melhor amigo é “apenas” meu melhor amigo e nao um concorrente. Cade esse espaço? Esse espaço no qual eu me liberto de todos os medos, que eu navego em todos os mares, que eu faço tudo e mais um pouco, que eu canto, danço e amo em paz. Cadê esse mundo? Que eu fico com quem eu quero, que meus amigos me apoiam, que eu sempre sou a mocinha, e nunca tem vilão. Que tudo é felicidade, onde não tem mágoas, onde não tem falsidade, onde tudo é totalmente transparente. Cadê esse país? Cadê essa estação? Cadê esse universo em que eu quero viver?


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